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Mensagens

Esta série ensina a viver - The Big C

Comecei a ver esta série por acaso: tenho NPlay, estavam lá os episódios, o tema era interessante e assim foi. É genial. Tenho uma maneira muito própria de ver a doença/palavra/sentença Cancro. À força da experiência percebi que esta palavra assusta e destrói tanto como, inexplicavelmente, motiva e transforma. Inúmeros são os casos de sobreviventes que transformaram o Big C num motor de mudança positiva onde aprenderam a ver a Vida como ela deve ser vista : uma passagem demasiado breve para ser desperdiçada. Como que mudam de pele, renovam-se, reavaliam-se, transfiguram-se em algo mais do que a doença : uma prova evidente de uma vida que merece ser vivida. Outros tantos são os casos das vidas ceifadas, familiares e amores e amigos perdidos, que no meio da tristeza da perda se tornaram não mártires mas heróis: a lembrança da efemeridade da nossa presença e de como é importante que o marco que deixamos seja repleto de lembranças e ensinamentos positivos. Também há casos que não vão ...

Quando chega o Outono...

...não são só as folhas que decidem cair, muitas vezes o nosso espírito rende-se à melancolia dos dias chuvosos, das noites frias e das chaminés fumegantes. E isso não tem mal nenhum se aprendermos que a melancolia é muitas vezes saudade de algo bom, ou um anseio por algo melhor. Eu adoro o Outono. As árvores despidas fazem-me lembrar renovação, como a mudança da pena que tantas vezes temos de fazer para curarmos as nossas falhas e criarmos um manto ainda mais belo. Gosto de ver as ruas cobertas de ouro e de ouvir a chuva na janela: é como uma praia, mas a areia é feita de folhas e o mar vem do céu.  Gosto das malhas, dos casacos, das botas. Do conforto do corpo rodeado de texturas macias e quentes. A face corada das pessoas a sorrirem enquanto conversam, acompanhadas por um chá quente.  Gosto da rotina da felicidade de um bom filme e um sofá.  O cheiro das castanhas assadas, as mãos com a cinza do fogareiro e o estalar das cascas e o sal na língua.  O Outono é a est...

Não há maior amor do que o Próprio.

Na minha opinião quando somos mal-amados é porque mal-nos-amamos. Passamos a vida a fazer listas de como queremos que as pessoas sejam, mas raramente listamos as coisas que temos que melhorar em nós. Não acredito em facilitismos em nada, acredito sim que para tudo na vida é necessário esforço e dedicação e as relações humanas não são excepção.  Acho que o nosso processo de melhoria pessoal é proporcional às pessoas que atraímos para a nossa vida: seja pelo melhor, porque nos dão esperança, ou pelo pior, porque lhes damos esperança a elas. Acredito que as falhas que os outros têm não são desculpa para as minhas, e que os erros que não são meus não me definem (nem os meus! apenas a aprendizagem). Fica a minha opinião sobre isso do Amor Próprio: - acho que devemos amar a pessoa que vemos todos os dias ao espelho; - acho que devemos amar essa pessoa com as suas falhas; - acho que não devemos exigir dos outros uma melhoria que não iniciamos em nós; - acho que devemos ser honestos sobre ...

O meu lema de vida. Sem dúvida.

Religiões à parte, desde bem pequenina sempre senti que Algo (seja qual for o nome que queiram dar-lhe, ou seja o quê ou em quem for que acreditem) me enchia de forças para superar a adversidade. Nem sempre tive uma vida fácil, nem sempre tudo correu bem, mas no meio das tempestades, inexplicavelmente às vezes, sempre acreditei que nunca me faltaria o suficiente para sobreviver e crescer no meio das dificuldades. Eduquei-me para acreditar, acima de tudo, na minha capacidade de criar a minha própria sorte, mesmo que às vezes esta sorte viesse disfarçada de azares dos grandes. Forcei-me a levantar-me sem pensar que o peso do que carregava aos ombros me toldava os joelhos. Aprendi a usar muletas emocionais para quando cambaleava depois de mais um medo, e outro e outro... e a não questionar, mas sim aceitar, agir, resolver e continuar. Das imensas escolhas erradas que já fiz na minha vida tirei a minha aprendizagem, às vezes às custas de muitas reguadas nas mãos. Ainda não aprendi tudo, mu...

Musicas que nos mudam...

Inspiradora e Real

O Poder do Compromisso ( ou não?!)

ATENÇÃO QUE ESTE NÃO É UM POST SOBRE POLÍTICA  (pelo menos não no sentido mais usado da palavra) Não se fala de outra coisa desde as eleições: compromissos. Uns recusam comprometer-se com algo que vai contra os seus valores e convicções, outros apelam que o compromisso deverá basear-se na cedência positiva para o bem comum. Uns acham que quem acredita compromete-se com as suas crenças e deverá ser coerente e fiel, outros acham que a flexibilidade é uma exigência para a estabilidade. Provavelmente estão ambos certos, nos seus contextos pessoais. Eu acho que podemos transpor estas questões para a Politica da Assembleia da Nossa Vida: - Até que ponto o compromisso é submissão? - Até que ponto as convicções são teimosias? - Haverá um meio-termo consensual? Aprendi (a agradecer ao professor/formador/"ajudador" C.B.) a fazer a ecologia das situações, das decisões, dos comportamentos. Não estou a falar de plantar uma árvore por cada vez que grito com a senhora do Telemarketing, esto...

Estás desempregada(o)? Então é ir sem medo!

http://www.joaosemmedo.org/